Ahhh... já faz tempo...
E então, como hoje é sexta-feira e eu não tenho grandes planos, vim pro escritório para poder escrever. Minha filha está ao telefone com a prima, combinando os detalhes do final de semana, acho que elas pretendem se encontrar - não apenas virtualmente.
Aliás, foi bom ter tocado no assunto.
Na última semana, estive em Campinas para trabalhar num evento a convite de um velho conhecido, pessoa por quem sempre tive grande admiração - mesmo não tendo mantido contato tanto quanto gostaria ao longo dos nossos quase quatro anos de uma amizade gostosa à distância.
Acontece que o tempo passou para nós dois e nosso penúltimo encontro foi bombástico demais. Deixou lembranças marcantes em ambos e nós viemos nutrindo as expectativas de uma segunda noite perfeita - mesmo deixando sempre muito claro um para o outro que o mais importante era este laço tão forte de amizade que nos unia, independente da atração física.
Não contávamos com a possibilidade de estarmos equivocados, em momento algum.
Cheguei bem antes... descansei, mas fui pronta para ser a grande decepção da noite dele, fosse como fosse. Sim, porque me lembrava claramente de como ele me viu pela última vez, e a diferença gritava em cada curva do meu corpo, em cada expressão do meu rosto. Não envelheci tanto assim, mas engordei pelo menos dez quilos. Então o mulherão era agora, literalmente, uma mulher "imensa".
Ele, por outro lado, parecia o mesmo, com menos glamour - impossível manter o cabelo lindo, corpo perfumado e hálito fresco depois de passar doze horas na estrada.
Mas eu, ah!
Eu não tinha desculpa para aparecer daquele jeito - não depois de ter esperado tanto.
Mesmo assim, senti apenas o frio na barriga normal, nada que me fizesse perder a calma ou a linha de raciocínio. De mais a mais, estávamos lá reunidos para trabalhar. Diversão no fim da noite seria apenas uma conseqüencia natural. Se acontecesse, ótimo.
Como sempre, eu não estava só.
Isso foi - mais uma vez - fundamental para superar minhas frustrações e nóias.
Bem... vou continuar logo mais. É uma longa história.
E então, como hoje é sexta-feira e eu não tenho grandes planos, vim pro escritório para poder escrever. Minha filha está ao telefone com a prima, combinando os detalhes do final de semana, acho que elas pretendem se encontrar - não apenas virtualmente.
Aliás, foi bom ter tocado no assunto.
Na última semana, estive em Campinas para trabalhar num evento a convite de um velho conhecido, pessoa por quem sempre tive grande admiração - mesmo não tendo mantido contato tanto quanto gostaria ao longo dos nossos quase quatro anos de uma amizade gostosa à distância.
Acontece que o tempo passou para nós dois e nosso penúltimo encontro foi bombástico demais. Deixou lembranças marcantes em ambos e nós viemos nutrindo as expectativas de uma segunda noite perfeita - mesmo deixando sempre muito claro um para o outro que o mais importante era este laço tão forte de amizade que nos unia, independente da atração física.
Não contávamos com a possibilidade de estarmos equivocados, em momento algum.
Cheguei bem antes... descansei, mas fui pronta para ser a grande decepção da noite dele, fosse como fosse. Sim, porque me lembrava claramente de como ele me viu pela última vez, e a diferença gritava em cada curva do meu corpo, em cada expressão do meu rosto. Não envelheci tanto assim, mas engordei pelo menos dez quilos. Então o mulherão era agora, literalmente, uma mulher "imensa".
Ele, por outro lado, parecia o mesmo, com menos glamour - impossível manter o cabelo lindo, corpo perfumado e hálito fresco depois de passar doze horas na estrada.
Mas eu, ah!
Eu não tinha desculpa para aparecer daquele jeito - não depois de ter esperado tanto.
Mesmo assim, senti apenas o frio na barriga normal, nada que me fizesse perder a calma ou a linha de raciocínio. De mais a mais, estávamos lá reunidos para trabalhar. Diversão no fim da noite seria apenas uma conseqüencia natural. Se acontecesse, ótimo.
Como sempre, eu não estava só.
Isso foi - mais uma vez - fundamental para superar minhas frustrações e nóias.
Bem... vou continuar logo mais. É uma longa história.












